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1 de agosto de 2012

Improvisação :: Escala Melódica

Fala Galera!!!! Nossa última escala a ser estudada aqui no curso, após isso encerraremos o curso com algumas análises de alguns temas interessantes para se improvisar.



Escala Menor Melódica
Na escala melódica, encontraremos uma dereivação da harmônica, para obter uma sonoridade mais agradável entre os últimos graus, sexto e sétimo a escala melódica sobe meio tom na sexta, tendo então a sexta mair e a sétima maior, mantem – se toda a estrutura intervalar da harmônica, porém acrescentando a sexta maior, ficando mais suave a entonação, por isso, o nome de escala melódica.
Podemos considera – lá uma escala harmônica com a sexta maior, ou até mesmo um modo dórico com a sétima maior da harmônica.

Escala Melódica – Estrutura Intervalar

Com essa alteração no sexto grau da harmônica, a escala melódica será formada pelos seguintes intervalos.

T   2M   3m   4J   5J   6M   7M – ou - T   ST   T   T   T   T   ST


Aplicando essa estrutura para algumas tonalidades.
T   2M   3m   4J   5J   6M   7M
A     B     C      D    E     F#     G#
E     F#    G     A    B     C#     D#

Acima aplicamos a escala as tonalidades de Lá e Mi, podemos notar que à partir do terceiro grau até o sétimo a escala caminha em um simetria de um tom.


Escala Melódica – Modos
Na escala melódica também possuímos inversçoes, que se caracterizam por modos, como vimos na escala harmônica, os modos que corresponderão à essa escala serão:


Escala Melódica – Shapes
Para terminar os estudos da escala melódica, teremos os shapes, serão sete shapes, cada um tendo uma nota como tônica, temos os shapes organizados em uma digitação de três notas por corda, abaixo temos os shapes, no tom de Lá Menor.




ROCK!!!

31 de julho de 2012

Improvisação :: Escalas Simétricas - Escala Aumentada


Fala galera, hoje terminaremos nossos estudos em escalas simétricas, vendo as aplicações da escala aumentada, nossa última escala simétrica, por fim teremos a escala melódica, terminando então nosso cursos.


Escala Aumentada
Outra escala de seis notas, possui em sua simetria deslocamento de 1,5 tons e 0,5 tom. Para essa escala teremos quatro tonalidades, que se distribuirão através de suas tríades, teremos dois shapes, ode cada shape também se subdivide de acordo com a simetria, o números de shapes de uma escala simétrica, está sempre relacionado com o número de simetrias da escala.

- Relação Intervalar

T           2A          3M          5J            5A          6M       
     1,5T       0,5T        1,5T       0,5T         1,5T


Aplicando nas tonalidades

T           2A          3M          5J            5A          7M       
C           D#            E            G             G#           B
F           G#            A            C             C#            E
G          A#             B           D              D#           F#
D          E#             F#          A              A#           C#


Relação Simétrica e Tonalidade

C – C, E, G#
F – F, A, C#
G – G, B, D#
D – D, F#, A#

Para essa escala teremos quatro tonalidades, as outras se subdividem através de sua tríade, completando os doze sons que temos na cadeia musical.

Aplicação e uso da escala:
Primeiramente, como sugere o nome, essa escala assim como a hexafônica se aplica na resolução do acorde aumentado, é a sua principal caracteristica, ela também resolve outros acordes alterados, como o acorde com nona aumentada X7(#9), conhecido como Hendrix Chord, fazendo referência ao guitarrista, que costumava usar com grande frequência esse acorde, considerando as enarmônias essa escala possui duas terça, uma maior e outra menor, que se enarminiza com a segunda aumentada como na configuração original, também temod duas quintas, justa e aumentada, então dependendo de sua aplicação e notas de repouso, essa escala pode ser aplicada para acordes mais comuns, maiores e menores, também pode resolver qualquer acorde, sendo maior ou menor que contenha a sexta menor.

Escala Aumentada – Shapes



Na escala aumentada teremos shapes diferentes, cada shape de acordo com as simetrias e tríades vão gerar mais três, resultando nos seis shapes que temos acima.



Escala Aumentada – Outras Digitações
A escala aumentada nos dá outras duas combinações de duas notas por corda, usando semi tons, digitações ideais para progressões usando ligados.



 A primeira digitação serve para os shapes ímpares, e a segunda para os shapes pares, essa ideia soa bem para acordes que não possuem nenhuma relação com a escala, só a intenção de caracterizá- lôs, por não se tratar do shape inteiro da escala, e sim de fragmento deles, uma espécie de padrão.


ROCK!!!

Improvisação :: Escalas Simétricas - Escala Hexafônica

Continuando com as escalas simétricas, veremos algumas escalas maiores agora, como a hexafônica e a aumentada.


Escala Hexafônica
Também conhecida como escala de tons inteiros (Whole Tone), possui apenas duas tonalidades, sendo as outras enarmônicas a elas, a simetria dessa escala se caracteriza pelo deslocamento de um tom de suatônica até se completar na oitava.
- Relação Intervalar

T           2M          3M          4A            5A          6A        
      1T             1T           1T           1T            1T


Aplicando nas tonalidades


T           2M          3M          4A            5A          6A        
C            D              E            F#             G#          A#
C#          D#            E#         F##           G##        A##



Relação Simétrica e Tonalidade

C            D              E            F#             G#          A#
C#          D#            E#         F##           G##        A##

Devido a sua simetria a escala hexafônica só possui duas tonalidades, as outras acabam sendo simétricas à esses dois tons acima escritos.

Aplicação e uso da escala:
Inicialmente assim como todas as outras escalas alteradas a escala hexafônica se aplica aos acordes alteradas, até mesmo porque escalas simétricas são escalas alteradas, a princípio ela resolve o acorde aumentado, que também é uma simetria, porém uma simetria de dois tons, é possível na construção da escala enxergar a tríade aumentada, fora isso podemos considerar essa escala uma escala com intenção lídia, por ser uma escala maior com a quarta aumentada, considerando as enarmônias, podemos dizer que ela também resolve o acorde maior com sexta menor, fora isso podemos usar essa escala para trazer extensões aos acodes de uma determinada harmonia.



Escala Hexafônica – Shapes


O deslocamento simétrico dos intervalos da escala, nos permite um outro recurso, essa escala só tem apenas um shape, se distribuindo através dos intervalos de tons inteiros até completar os seis shapes que temos acima.


Escala Hexafônica – Outros Padrões de Digitação
Podemos ter outras combinações de digitação para essa escala, como padrão de três notas por corda e digitação em três oitavas.

Escala Hexafônica – Três Oitavas
Temos aqui a mesma idéia da penta e da diatônica que vimos anteriormente, no caso da hexafônica ela encaixa perfeitamente nesse padrão pois possui seis notas em sua formação.


Acima temos o primeiro shape, nessa digitação aberta, os outros shapes serão iguais a eles se distribuindo de tom em tom.



Escala Hexafônica – Três Notas por Corda

Temos aqui duas maneiras de digitação com a escala hexafônica padronizada em três notas por corda, lembrando que os shapes são todos iguais, logo os dois shapes abaixo servem para toda a escala.


É isso ae negada!!! um abraço a todos!!!







Improvisação :: Escalas Simétricas - Escala Dom Dim

Fala Negada!!!

Primeiramente me desculpem essa pausa... um pouco longa no curso de improvisação, estava trabalhando em outros projetos, que estavam consumindo um bom tempo dos meus dias!!! hahaaha!!!!

A parte boa nisso é que logo  teremos boas novidades para o pessoal...

Bom... voltando ao curso hoje veremos um pouco sobre Escala Dom Dim



Escala Dom – Dim
Segue as mesmas caracteristicas da Escala Diminuta, possui oito notas e três tonalidades, serve para resolver o acorde diminuto e dominante.

- Relação Intervalar

T          2m          3m         3M          5dim          5J          6M          7m
    1/2T         1T         1/2T         1T             1/2T        1T         1/2T


Aplicando nas tonalidades...


T          2m          3m       3M          5dim            5J           6M          7m
A           Bb            C        C#             Eb              E             F#            G
D           Eb            F         F#             Ab             A             B              C
E             F            G         G#             Bb             B             C#            D

A escala Dom – Dim é o inverso da Escala Diminuta, enquanto a escala diminuta se desloca de 1 tom e meio tom, a escala dom-dim vai de meio tom e um tom.



Relação Simétrica e Tonalidade

Nessa parte seguimos exatamente como na escala diminuta, as tríades e tétrades diminutas possuem a já conhecida simetria, que é o deslocamento perfeitamente igual das notas que fazem parte de sua formação, com isso uma tonalidade, se distribui para mais quatro tonalidades, que são tonalidades das notas que formam o acorde de origem, com isso, temos apenas três tonalidades distintas, se distribuíndo em quatro e completando os doze sons que temos na nossa cadeia musical.

Adim = A - C - Eb - Gbb
Ddim = D - F - Ab - Cb
Edim = E - G - Bb - Db


  
Aplicação e uso da escala:

A Escala Dom – Dim possui uma relação direta com os acordes dominantes alterados, assim como a escala diminuta, e todas as outras escalas alteradas, ela possui um uso muito restrito, pois esses acordes que tais escalas correspondem não costumam aparecer com muita frequência, o que podemos fazer, é usar a escala para caracterizar o acorde, trazendo sonoridades bem distintas daquelas que estamos acostumados a ouvir, exatamente como fizemos com a escala diminuta.


Escala Dom - Dim - Shapes

Já vimos anteriormente que a escala dom dim é uma inversão da escala diminuta.
Enquanto a escala diminuta tem a sua simetria construída através de 1 tom + ½ tom, a escala dom – dim é construída por ½ tom + 1 tom, então os shapes serão iguais aos shapes da escala diminuta, porém mudando sua ordem.



Bons Treinos Galera!!!!



ROCK!!!





26 de junho de 2012

Improvisação :: Escalas Simétricas - Escala Diminuta

Fala Galera!!! Voltamos com nosso curso de Improvisação, veremos agora algumas escalas simétricas, escalas que possuem alguma uniformidade, no espaçamento de seus intervalos e também na configuração dos shapes.

Nesse tópico veremos quatro escalas (escala diminuta, escala dom-dim, escala aumentada, escala hexafônica) e também entenderemos à fundo suas aplicações.

Primeira escala a ser estudada será a Escala Diminuta.

A Escala Diminuta possui oito notas, portanto temos uma escala octatônica, devido a sua simetria possui apenas três tonalidades, que iremos considerar aqui (A, D e E) tònica, quarto e quinto grau. As outras tonalidades se harmonizam entre si devido a simetria da escala, seu deslocamento intervalar ocorre de um tom e meio tom, escala muito usada no Jazz, Bossa Nova e Rock Progressivo, estilos onde a sofisticação harmônica se faz mais presente, escala conhecida também por ser uma inversão da Escala Dom Dim.

- Relação Intervalar

T          2M          3m          4J          5dim          6m          6M          7M
     1T           1/2T         1T        1/2T             1T          1/2T          1T


Aplicando nas tonalidades...


T          2M          3m          4J          5dim          6m          6M          7M
A           B            C            D            Eb             F            F#            G#
D           E            F            G            Ab            Bb            B             C#
E          F#           G            A            Bb             C            C#            D#


Relação Simétrica e Tonalidade

A tríade ou a tétrade diminuta possui uma simetria entre os seus graus, ou seja entre as notas envolvidas no acorde temos sempre o deslocamento um tom e meio, isso faz com que a tonalidade do acorde sirva para as outras notas que são envolvidas no acorde em termos de improvisação, da seguinte maneira:

Adim = A - C - Eb - Gbb
Ddim = D - F - Ab - Cb
Edim = E - G - Bb - Db

Então de acordo com a simetria, sibdividimos o tom para as suas tensões, completando, como mostra o esquema acima os doze sons.


Aplicação e uso da escala:

As escalas alteradas possui, geralmente um uso muito particular, no caso, a escala diminuta tem como principal função resolver o acorde diminuto, porém podemos ter mais algumas funções com essa escala, como temos o sexto grau maior, podemos usá la na função dórica e tambem através do sétimo grau maior podemos usá la para resolver o acorde domimante do Campo Harmônico da Escala Harmônica.

Se aplicarmos essa escala no terceiro grau, o relativo, teremos o 6M dessa escala fazendo a 4A desse acorde, tendo então o Modo Lidio, deconsiderando sua terça, sobre esse mesmo grau, ainda desconsiderando a terça temos o 7M da escala que fará uma escala aumentada em relação ao terceiro grau.

Pegando pelo quinto grau, o Sexto maior da escala caracterizará o Modo Frígio em relação á esse grau. o quarto grau da escala trás uma intenção da escala harmônica, e a tônica traria uma intenção de escala aumentada.

No sétimo grau pegando o sétimo grau maior da escala teremos um modo Frígio, o terceiro da escala, desconsiderando sua terça forma o modo Lídio, p quinto grau através de sua terça nos trás o modo dórico, e o sexto grau menor, trás a intenção da escala harmônica.

Enfim, são infinitas as opções de uso dentro dessa escala, ainda mais quando consideramos cadências, as funções dessas notas da escalas são inúmeras perante aos outros acordes.

Tudo isso é possível pois a melodia funciona como uma extensão do acorde, então a nota que você estiver colocando sobre um devido acorde ela terá uma função e uma classificação, independentemente se ela está ou não na escala, ela tem uma função direta em relação ao acorde.


Shapes    

Devido a simetria possuíremos dois shapes que se distribuírão no braço através da própria relação de simetria da escala, basicamente cada shape se subdividirá em quatro, correspondendo a relação simétrica da tétrade, e são distribuídas através do braço do instrumento de acordo com a distribu~ição intervalar da escala ( 1 tom, 0,5 tom)

É isso ae pessoal! Espero que tenham entendido e bons estudos com essa escala, qualquer dúvida é só me escrever.

cursosguitartech@gmail.com


ROCK!!!

4 de maio de 2012

Improvisação :: Diatônica em Três Oitavas

Falaaa Molecada!!!!

Continuando o raciocínio do post anterior temos aqui a diatônica no mesmo esquema subdividida em três oitavas, para quem não se ligou no post anterior vou dar uma breve explicada...

o que temos aqui é propriamente dito Escala Diatônica, nossa velha companheira já conhecida de tantos anos e palhetadas.. porém sendo visualizada de uma forma um pouco diferenciada, tendo uma visão um pouco mais simétrica das notas dessa escala. Com um olhar mais prático aproveitamos a digitação das cordas mais graves e oitavamos em três regiões, trazendo 'novos' shapes, muito próximo da idéia das escalas simétricas que veremos pouco mais a frente, porém prefiro encarar esses padrões como uma forma de digitação meio alternativa e não como uma escala simétrica, acredito que esse termo não se encaixa nisso, partindo do presuposto que estamos trabalhando uma digitação de escalas já existentes, e que para essa digitação rolar de forma correta algumas notas tiveram que ser descartadas.

A visualização do shape facilita, pois temos o mesmo padrão de digitação... em relação a sonoridade, há algo interessante, curti muito a som que as escalas oitavadas nos trazem mesmo estando dentro de uma escala com outros shapes esses padrões conseguem nos trazer uma sonoridade bem ímpar

A idéia seve para todas as outras escalas e até mesmo arpejos, já que apenas oitavamos as notas, então pode-se encaixar esse padrão para qualquer melodia a ser estudada.

Abaixo seguem os 'shapes'... usem os em improvisações, licks, composições, apliquem em padrões que vocês conhecem, ficará muito show.. explorem e usem a idéia ao máximo!!!!




ROCK!!!

Improvisação :: Penta em Três Oitavas

Olá Pessoal! Tudo Bom!

Temos aqui logo abaixo uma diferente ‘visão’ das escalas pentatônica, na qual eu chamo penta em três oitavas, que constitui no seguinte, aproveitamos a digitação das duas últimas cordas e a aplicamos nas demais, dessa forma com uma única digitação vamos costurando a escala, unindo sempre três modelos da mesma, exemplo: (1,2 e 3) (2,3 e 4) e assim por diante.
Vale a pena ressaltar a sonoridade, que realmente ficou bem legal, trazendo algo completamente diferente daquilo que estamos habituados a escutar em diversas melodias.
Uma coisa que sempre me intrigou e me incentvou a buscar novas sonoridades é saber que por mais simples que seja a escala, ela sempre tem algo novo a nos proporcionar, e por mais que sejamos entendidos e especialistas no instrumento sempre aparece alguma novidade entre as escalas, arpejos e acordes.
Essa regra não se restringe apenas para as pentas, pois estamos oitavando uma escala, ou seja usando as mesmas notas em regiões diferenciadas, logo podemos aplicar essa regra a qualquer outra escala, e até mesmo arpejos, com o andar das matérias irei trazendo novas concepções desse modo de analisar uma escala e até mesmo novas escalas.
Pode-se também para se ter algo mais amplo aplicar alguns licks, padrões de digitação dentro das pentas em três oitavas
Enfim... segue abaixo os modelos... assim como os shapes que já conhecemos dividi os padrões em cinco novos modelos.


Aconselho além de estudar a idéia, aplica-lá em improvisações e composições para comprovar o efeito da sonoridade e aumentar o sua visão melódica dentro desse instrumento!

ROCK!!!

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 6 (Simetrias)

Fala Pessoal!!! Como estão...

Voltamos com o nosso curso, hoje finalizaremos a escala harmônica falando sobre as simetrias.

Simetria é a distância exatamente igual de uma nota para outra dentro de um acorde, arpejo ou até mesmo dentro de alguma escala, porém essa regra só funciona para diminutos e aumentados onde podemos ter a mesma distância entre as notas como no esquema abaixo.

Simetria Diminuta: T       3m       5J      7dim
                               1,5t      1,5t    1,5t


Simetria Aumentada: T        3M       5A        7M
                                    2t           2t         2t

Na simetria diminuta possuímos 1,5 tons de distância entre as notas e na simetria aumentada 2 tons

isso nos leva a concluir que usando o mesmo desenho da simetria e obedecendo os saltos de tons você sempre estará no dentros do tom, da escala harmônica.

Porém devemos se antenar no ponto de partida da simetria para que as notas encaixe com exatidão na escala...

Partindo de Lá Menor teremos:

Am Harmônica: Simetria Diminuta: G#
                        Simetria Aumentada: C

Agora viasualizando em outro tom...

Em Harmônica: Simetria Diminuta: D#
                        Simetria Aumentada: G

Logo concluímos que a simetria diminuta se localiza na sétima maior e a aumentada na terça menor do tom.

Abaixo temos alguns exemplos de simetrias dimunutas:



Agora alguns exemplos usando a simetria aumentada:


O uso delas pode ser feito da maneira que o executante preferir, ou usando como sequências rápidas, uma prática muito comum do malmsteen por exemplo, ou até mesmo bolando motivos ou temas atráves desse recurso!

É isso ae galera até breve!!!

ROCK!!!

20 de janeiro de 2012

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 5 (Padrões de Digitação)

E aí Pessoal!!!

Voltamos agora a falar um pouco mais da escas, abaixo temos alguns padrões de digitação usandos na escala harmônica...








ROCK!!!

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 4 - (Arpejos)

Olá Galera!!!

Continuando o curso... hoje teremos os arpejos do C.H. Menor Harmônico...

Abaixo segue os desenhos e um exercício em semicolcheia dos arpejos sequencialmente organizados de acordo com o próprio Campo Harmônico.



Os arpejos 'impares' do C.H. possui uma sonoridade mais enfatizada da escala, pois são eles que possuem a dissonância da própria!!!


ROCK!!!

11 de janeiro de 2012

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 3 (Acordes)

Fala Negada!!!

Seguimos hoje com os acordes gerados por essa escaal, que implica em algumas mudanças no Campo Harmônico e logicamente nos trás outros acordes como vimos o primeiro post sobre toda a teoria da escala diretamente relacionada com o Campo harmônico que ela origina!

Enfim... a mudanã na escala é o sétimo grau, que passa a ser maior, isso implica a mudanças dos graus impares do C.H. que é onde essa sétima está localizada.... logicamente que em cada acorde ela terá uma função distinta, trazendo acordes diferenciados!


É isso aí pessoal, após isso veremos os arpejos!!!



ROCK!!!

9 de janeiro de 2012

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 2 (Shapes)

Olá galera...

Então continuando.. agora teremos os shapes da escala harmônica...

Aqui segue o mesmo esquema da Diatônica, temos sete shapes, sete notas, onde cada uma delas origina um shape.

Aqui os shapes estão organizados em três notas por corda!


Agora entenderemos como usá lá...

A escala harmônica é uma escala que sugere diferentes aplicações, porém sendo muito mais comum usá lá sobre o acorde dominante do C.H. Harmônico, pois a escala é moldada de acordo com a tétrade desse acorde, a escala é um dos recursos que podemos usar sobre esse acorde quando se tem uma tonalidade menor, ainda estudaremos arpejos e simetria que são outros recursos melódico...

Sugerindo uma melodia

|   Am7   |   G9   |   F9   |   E7   |


Temos a princípio como tonalidade o Am, porém aqui acontece exatamente o sugerido pela escala, temos o E7, dominante de Am7, onde tem como terça o G#, enquadrando - se na harmônica, aqui quem domina é o raciocínio modal, não ficará legal usar a harmônica em toda a cadência, mantenha o Am natural e aplique a harmônica sobre o E7.

Uma outra maneira de usá lá é sobre os acordes alterados do seu próprio campo harmônico, dessa forma você estará de acordo com a harmonia...

Então é isso galera.. mais pra frente teremos alguns estudos usando peças musicais para entender certinho a aplicação dessa escala.


ROCK!!!

Improvisação :: Escala Harmônica - Parte 1

Fala Galerinha do Mal!!!!

Continuamos o curso e entramos agora na Escala Harmônica...
Antes de mais nada decidi fragmentar esse assunto em várias partes pela complexidade do mesmo, então veremos todas as funções dessa escala no decorrer dos posts.

Novamente digo a vocês... 90% do que teremos à tratar nesse post é conteúdo já aprendido e tratado aqui nesse nosso curso... é aquele lance de trabalhar com o que já sabemos e manuseando as funções que teremos ao longo das escalas...

Primeiro passo seria entender da onde veio essa escala, e como e onde ela é usada.

Ela surgiu para corrigir a falta de um acorde dominante no campo Harmônico Menor....

Exemplificando.... O Campo Harmônico Menor não possui o acorde dominante acorde que possui a função de 'chamar' a tônica, resolvendo uma cadência harmônica.

Então podemos desde já concluir que essa escala surgiu a partir dessa necessidade de se ter um acorde dominante no Campo Harmônico Menor.. logicamente podemos concluir que além dos C.H. comuns, maiores e menores também temos o Campo Harmônico Menor Harmônico... Uaaaaall!!! hehehe

Para entendermos isso na prática, vamos inicialmente analisar o Campo Harmônico Menor, entede - lô, para depois enterder o  Campo Harmônico Menor Harmônico.

Montarei em Am7, para facilitar o entendimento....

C.H. Menor - Am7 - Bm7(b5) - Cmaj7 - Dm7 - Em7 - Fmaj7 - Gmaj7
                        A            B            C          D        E          F           G
                        C            D            E          F        G          A           B
                        E            F             G         A        B          C           D
                        G           A             B         C        D          E            F

Então temos acima o Campo Harmônico Menor acima os acordes, abaixo a tétrade formadora do próprio acorde.

Beleza, agora partiremos para a Escala Harmônica e, ou Campo Harmônico Menor Harmônico, se você reparar no quinto grau temos o Em7, esse acorde deveria ser o E7, acorde dominante, o Em7 é formado por T - 3m - 5J - 7m já o E7 é formado por T - 3M - 5J - 7m, para termos então nesse campo harmônico o E7, deveremos logicamente então subir meio tom na terça dele, tendo a terça maior e trazendo as configurações da tétrade dominante, então mexeremos na terça do V.

Ao invés de G, teremos G#... logicamente isso mudará boa parte dos acordes e a configuração da escala.

Teremos então a seguinte configuração intervalar para a Escala Harmônica:
 T - 2M - 3m - 4J - 5J - 6m - 7M      

A mudança em relação a escala será no sétimo grau, já que o sétimo grau da escala é a terça do acorde domiante... então teremos.

Escala Harmônica:  T - 2M - 3m - 4J - 5J - 6m - 7M   = A -B - C - D - E - F - G#

Serão essas notas que formarão nossa escala.. e tambem esse novo campo harmônico.


Falando em Campo Harmônico... a coisa mudará bastante, devido ao sétimo grau, todos os acordes que possuem essa nota mudarão...


C.H. Menor Harmônico - Am(Maj7) - Bm7(b5) - Cmaj7(#5) - Dm7 - E7 - Fmaj7 - G#dim
                                               A               B                 C             D       E       F          G#
                                               C               D                 E             F       G#     A           B
                                               E               F                  G#          A        B      C           D
                                               G#            A                  B            C        D      E            F

Teremos então... o seguinte Campo Harmônico, a coisa entorta um pouco, mais assim criasse o acorde dominante para o Campo Harmonico Menor, Sim! esse Campo Harmônico só existe no menor, pois o C.H. Maior já possui o acorde dominante.

Essa escala é usada com frequência no Jazz e na Bossa Nova, no rock ela também rola, mas em uma idéia mais focada na escala e nem tanto na harmonia.

É isso ae pessoal, por hoje é só, nos proxímos posts teremos mais a parte prática, shapes, acordes arpejos e simetrias!!!


ROCK!!!

31 de dezembro de 2011

Improvisação :: Improviso Modal – Considerações Finais

Fala Pessoal!!!

Iria encerrar a parte de modos gregos do curso no post anterior sobre o Lócrio, mas resolvi fazer esse outro post sobre considerações finais só para frizar um pouco mais sobre isso.
No fim das contas a questão da improvisação modal acaba sendo muito simples, é apenas trabalhar com aquilo que já temos.

Ou seja, tudo o que temos todas as relaçoes modais a serem feitas são provinientes da escala natural, pronto e acabou é isso, você na verdade não tem que aprender nada, decorar nada, o que tinha que aprender já foi aprendido agora o lance é saber jogar com isso.

Saber que os modos são sete, três maiores, três menores e um diminuto, que se enquadra nos menores, é importante saber dividir los de acordo com suas caracteristicas e saber obter as relações entre eles, ambos entre maiores e menores, logicamente subdivididos irão trabalhar a cerca do quarto e quinto grau e o diminuto pegando carona nos menores pelo sétimo grau.

É legal entender além dessa relação que realmente trás uma questão mais aplicada ao modo prático, o qe acontece em termos de teoria, o que vai rolar se você tem um Em, e usar o quinto grau dele e por que essa inversão lhe trará o Em Dórico, saber o que vai estar rolando nesse meio de campo.
Uma outra coisa que é importante estar resolvida.. e que o pessoal as vezes tem muitas dúvidas.. como usar os modos..
De uma certa forma da maneira que você tem duas aplicações, ou concordar com uma dissonância de um certo acorde ou trazer uma sonoridade diferenciada para tal acorde ou até mesmo uma cadência se eu tenho um Am6, me fecho no Dórico se tenho um A7 fico no Mixo, porém posso ter um Am e querer trazer uma sonoridade diferenciada usando os modos menores, isso implica em uma outra coisa.. saber a caracteristica sonora de cada modo... isso só se aprende usando e improvisando.. uma dica válida.. enfatizei beeeeeeem a nota modal na hora do improviso, destaque – a para que sua intenção modal seja percebida, não valerá de nada eu pensar um Mi Dórico por exemplo e não colocar o C#, use bends, slides, hammers e tudo o que for de mais interessante para termos a intenção modal bem expressa, lembrando que realmente o que temos que saber fazer para desvender toda a questão modal é saber trabalhar e relacionar as escalas naturais.. do mais já está tudo aí.

Entendam que já temos o conceito, o que nos resta é trabalhar com ele.
Existem muitos mitos que cercam esse universo da improvisação modal porém a coisa quando bem explicada e trabalhada realmente fica muito fácil de entender e simples de se executar!

Espero que tenham captado a mensagem, caso contrário não deixem de me contatar estou aqui para resolver as dúvidas mesmo e será sempre um prazer ajuda lôs.

Fechamos aqui toda essa parte de improviso modal, nosso próximo passo é a Escala harmônica, veremos também que não passa de uma alteração na escala natural, uma coisa é certa a escala natural é tipo uma escala matriz e tudo gira em torno dela, até mesmo as pentas que você aprende nas primeiras aulas de guitarra se formaram através delas.

É interessante, aliás é minha principal proposta nesse blog saber que as coisas tem um ponto central, a escala natural, ou o Campo Harmônico e tudo vai sendo co relacionado a eles, então para deixar as coisas bem simples é interessante sacar essa lógica, principalmente na questão dos modos assim a coisa fica mais compreendível e mais organizada é importante ampliarmos nosso raciocínio para esse tipo de coisa.

A música, a teoria melhor dizendo é muito mais intelectual do que mecanizada, logo quero dizer que tudo parte de um ponto reflexivo, não uma certa regra para obtermos certos resultado, haja visto as duzentas maneiras de se obter um raciocínio que sempre te levará para um mesmo lugar, entçap por que não fazer isso da forma mais organizada e inteligente.. ganhamos em produção e em tempo!

É isso pessoal!!!!!




ROCK!!!

Improvisação :: Modo Diminuto - Lócrio

Boa Tarde Pessoal!!! Tudo Beleza!!!

Chegamos ao último dia do ano e também ao último modo a ser estudado!! Wooooww!!! Bela conhecidência!

Veremos hoje o Lócrio, modo diminuto, também pode ser considerado um modo menor, devido a terça já vi muita gente fazendo dessa forma, também está certo.

Bom... o lócrio é o cara anti-social da parada, ele é o tipo.. Não mexa comigo! Mas entendendo bem como ele funciona fica fácil de compreender .

Trás contigo uma sonoridade, realmente bem particular e diferenciada, e é bem pouco usado, o diminuto em si é uma função que aparece pouco...

É formada pela seguinte organização intervalar:  T 2m 3m 4J 5b 6m 7m

Podemos pegar como base o modo menor natural (Eólio) se diferencia por ter a 2b e a 5b

Então vamos localizar esse cara no Campo Harmônico:

Tomaremos como base o próprio Eólio em Am

Am Eólio : T – 2M – 3m – 4J – 5J – 6m – 7m ->  A – B – C – D – E – F – G

Am Lócrio: T - 2m - 3m - 4J - 5b - 6m – 7m -> A – Bb – C – D – Eb – F – G


Legal! Analisando a cedência que o Am Lócrio nos deu podemos entender que temos aqui Sol Eólio, Sol menor natural, logo, subentendemos que o Lá Lócrio está localizado no seu sétimo grau, ou seja para Am será Gm e será assim para todas as tonalidades, para encontrar o lócrio você pensa o sétimo grau do tom.
Segue mais alguns exemplos:

Dm – Dm Lócrio – Escala – Cm

Em – Em Lócrio – Escala - Dm

Gm – Gm Lócrio – Escala - Fm

Bm – Bm Lócrio – Escala – Am


Em relação aos arpejos, como o lócrio é um modo mais ‘reservado’ indico a vocês usarem apenas os arpejos diminutos  do próprio sétimo grau, para enfatizar suas dissonâncias.
Acordes Lócrios: Adim, Am7(b5)


Pessoal, do lócrio é isso... espero que entendam, caso contrário me escrevam!

ROCK!!!

28 de dezembro de 2011

Improvisação :: Modos Maiores

Fala Pessoal!

Agora trataremos dos modos maiores, faremos da mesma maneira que fizemos nos menores, usaremos a mesma estruturação acredito que organização é fundamental para alcançar resultados desejados.
Pois bem... vamos aos conteúdos. Já vimos que possuímos dois modos maiores... Mixolídio e Lídio... pois bem vamos então as suas funções...

Modo Jônio (Natural):  T – 2M – 3M – 4J – 5J – 6M – 7M  ->  C – D – E – F – G – A - B        

Modo Mixolídio:  T – 2M – 3M – 4J – 5J – 6M – 7m ->  C – D – E – F – G – A – Bb

Modo Lídio:  T – 2M – 3M – 4A – 5J – 6M – 7M  ->  C – D – E – F# – G – A - B         

Então beleza... temos aqui a estruturação deles agora vou explicar como funciona tudo isso... Primeiramente coloquei o modo natural para nos servir de base para podermos trabalhar os outros dois, o modo mixo é um modo maior com a sétima menor, maior com a sétima menor nos remete ao acorde X7, o acorde dominante, usado muito em blues e jazz por exemplo...

O Lídio é um modo maior com a quarta aumentada.. é um modo bem curioso, aparesar dessa dissonância pesada, que é a 4A, musicalmente ele costuma soar de forma bem amistosa , muito usado no rock instrumental por caras como Steve Vai, Joe Satriani, John Petrucci entre outros...

Aplicando dentro de uma tonalidade, Dó Maior, por exemplo seguindo a idéia de um tom sem acidentes, em termos de escala no modo Mixo o Fá maior e no modo Lídio o Sol Maior , a mesma relação I IV V que tivemos para os menores temos para os maiores.            
Logo caímos no seguinte esquema:

Dó Maior – Dó Mixo – IV – Fá Maior
Dó Maior – Dó Lídio – V – Sol Maior

São essas as escalas que devemos usar.. para o pessoal assim como eu  acustumado a pensar pela relativa ainda teremos mais um passo que será..

Dó Maior – Dó Mixo – IV – Fá Maior – Relativa - Dm
Dó Maior – Dó Lídio – V – Sol Maior – Relativa – Em

Então no final das situações deveremos usar Dm e Em, respectivamente.

Agora falaremos dos arpejos:

Em relação ao Lídio, usaremos o mesmo esquema do I IV V do quarto grau de Dó Maior, já que estamos usando ele... teremos a seguinte relação

Dó Lídio – Escala – Sol Maior – Arpejos – I IV V – G, C, D – Relativos: Em, Am, Bm

O Mixo, por ser o modo do acorde dominante se torna um pouco enjoado em relação aos arpejos, pois a sétima menir acaba sendo um intervalo que restringe um pouco o uso dos arpejos, aconselha se o uso do V7 e do VII(b5) da escala.

Agora partiremos para os acordes modais.... lembrando que aqui teremos o mesmo esquema dos menores, os acordes serão aqueles que você pode usar a favor do modo ou para trazer uma sonoridade diferenciada através da dissonância do modo em cima de um acorde natural.


Acordes Lídios: C, Cmaj7, C9, C6, C(#4), Csus2
Acordes Mixos: C7, C7(sus4), Cm7(b5)

É isso aí pessoal dúvidas é só da um toque... de modos maiores é isso tudo ae!


ROCK!!!